"Memórias de uma Gueixa" (Critica)
Se há cultura que sempre me despertou grande curiosidade foi a Japonesa. E para saciar tal curiosidade eis que chega ao grande ecrã "Memórias de uma Gueixa".
Quando juntamos no mesmo filme Ziyi Zhang e Ken Watanabe nos papéis principais, o premiado Rob Marshall na cadeira de realizador e uma mãozinha do Mestre Spielberg, o resultado é nada mais nada menos que uma das mais belas historias de Amor da 7ª arte, acompanhada por um belo retracto do que outrora foi o Japão.
Vindo directamente do teatro para o cinema, Rob Marshall já tinha demonstrado em "Chicago" que era um realizador com uma visão bastante própria e única. Capaz de estereotipar determinada época da história, nunca fugindo muito à realidade. Em "Memórias de uma Gueixa", Rob Marshall cimenta ainda mais esta sua visão, apresentando-nos um Japão lírico, digno dos seus provérbios com que estamos familiarizados. Apesar de não ser tão lírico como "O Segredos dos Punhais Voadores" ou "Herói", cada fotograma deste filme não deixa de ser uma autentica pintura, retractando um Japão antes e pós 2ª Guerra Mundial.
Sem duvidas que é um filme sobre o Amor, mas no entanto com um background documental cujo relata uma das mais belas e antigas tradições do Japão, as Gueixas.
Chiyo (Ziyi Zhang), mais tarde baptizada de Sayuri, nunca teve uma vida como qualquer outra criança. Em pequena fora separada dos pais e da irmã, tornando-se numa servente de uma casa de Gueixas. E é devido à descoberta do Amor, que esta acaba por se tornar numa Gueixa, apenas para estar mais perto daquele que mais ama. Tal Amor acaba por revela-se impossível, devido ao rígido código das Gueixas, como também a um Japão prestes a entrar na 2ª Grande Guerra.
No meio destes encontros e desencontros amorosos, ao longo do filme o espectador é constantemente presenteado com cenários de grande beleza onirica. É graças a esta beleza e ideologia de vida japonesa, que muitas vezes certamente nos vamos recordar de filmes como "O Último Samurai".
Outro aspecto muito interessante no filme, é a antítese com que somos confrontados de um Japão antes de após a 2ª Guerra Mundial. E tal acontecimento, acaba por se tornar numa espécie de critica à influência americana, logo após a guerra, através da adulteração dos costumes japoneses. Nomeadamente as Gueixas.
Infelizmente o único pecado que este filme comete, é o seu desfecho. Que apesar de ser um filme de 145 minutos, não deixa de parecer um bocado apressado ou até mesmo forçado.
Os que acompanharam minimamente as carreiras de Ziyi Zhang e Ken Watanabe, certamente não ficaram desiludidos com este filme, apesar de este filme ser um bocado hollywoodesco.
Resta apenas referir a magnifica banda sonora, com que este filme se faz acompanhar. Composta pelo conhecido John Williams.
Classificação:
(4.5/5)
O melhor: O Amor, os cenários oniricos, o Japão antes e pós Guerra…
O pior: O final um bocado apressado.
Nota:
Assim concluo a minha primeira critica neste blog. Espero que ela tenha sido do vosso inteiro agrado, como também gostaria de deixar aqui um eventual pedido de desculpas por erros que possam ser encontrados (seja a nível ortográfico, seja a nível de conteúdos).
Por fim gostaria de solicitar a vossa colaboração, caso um destes erros seja encontrado. Seja nesta critica como em qualquer outro artigo deste blog.
Obrigado a Todos,
Bons Filmes!
Quando juntamos no mesmo filme Ziyi Zhang e Ken Watanabe nos papéis principais, o premiado Rob Marshall na cadeira de realizador e uma mãozinha do Mestre Spielberg, o resultado é nada mais nada menos que uma das mais belas historias de Amor da 7ª arte, acompanhada por um belo retracto do que outrora foi o Japão.
Vindo directamente do teatro para o cinema, Rob Marshall já tinha demonstrado em "Chicago" que era um realizador com uma visão bastante própria e única. Capaz de estereotipar determinada época da história, nunca fugindo muito à realidade. Em "Memórias de uma Gueixa", Rob Marshall cimenta ainda mais esta sua visão, apresentando-nos um Japão lírico, digno dos seus provérbios com que estamos familiarizados. Apesar de não ser tão lírico como "O Segredos dos Punhais Voadores" ou "Herói", cada fotograma deste filme não deixa de ser uma autentica pintura, retractando um Japão antes e pós 2ª Guerra Mundial.
Sem duvidas que é um filme sobre o Amor, mas no entanto com um background documental cujo relata uma das mais belas e antigas tradições do Japão, as Gueixas.
Chiyo (Ziyi Zhang), mais tarde baptizada de Sayuri, nunca teve uma vida como qualquer outra criança. Em pequena fora separada dos pais e da irmã, tornando-se numa servente de uma casa de Gueixas. E é devido à descoberta do Amor, que esta acaba por se tornar numa Gueixa, apenas para estar mais perto daquele que mais ama. Tal Amor acaba por revela-se impossível, devido ao rígido código das Gueixas, como também a um Japão prestes a entrar na 2ª Grande Guerra.
No meio destes encontros e desencontros amorosos, ao longo do filme o espectador é constantemente presenteado com cenários de grande beleza onirica. É graças a esta beleza e ideologia de vida japonesa, que muitas vezes certamente nos vamos recordar de filmes como "O Último Samurai".
Outro aspecto muito interessante no filme, é a antítese com que somos confrontados de um Japão antes de após a 2ª Guerra Mundial. E tal acontecimento, acaba por se tornar numa espécie de critica à influência americana, logo após a guerra, através da adulteração dos costumes japoneses. Nomeadamente as Gueixas.
Infelizmente o único pecado que este filme comete, é o seu desfecho. Que apesar de ser um filme de 145 minutos, não deixa de parecer um bocado apressado ou até mesmo forçado.
Os que acompanharam minimamente as carreiras de Ziyi Zhang e Ken Watanabe, certamente não ficaram desiludidos com este filme, apesar de este filme ser um bocado hollywoodesco.
Resta apenas referir a magnifica banda sonora, com que este filme se faz acompanhar. Composta pelo conhecido John Williams.
Classificação:
(4.5/5)
O melhor: O Amor, os cenários oniricos, o Japão antes e pós Guerra…
O pior: O final um bocado apressado.
Nota:
Assim concluo a minha primeira critica neste blog. Espero que ela tenha sido do vosso inteiro agrado, como também gostaria de deixar aqui um eventual pedido de desculpas por erros que possam ser encontrados (seja a nível ortográfico, seja a nível de conteúdos).
Por fim gostaria de solicitar a vossa colaboração, caso um destes erros seja encontrado. Seja nesta critica como em qualquer outro artigo deste blog.
Obrigado a Todos,
Bons Filmes!


5 Comments:
Uma grande critica, acho que quem não viu o filme vai agora tentar ver.
está engraçada a critica.. eu podia fazer melhor. >.<
O filme é engraçado, tem uma historia bastante bonita, mas o livro é o perferido sempre nestes casos. :)
Que venham é muitas mais ethan. Porque filmes supostamente asiáticos com produções americanas é que eu não ponho os olhos em cima. Não é preto nem branco, fica sempre um cinzento.
Um abraço.
Realmente penso que exagerei um bocado com a classificação. A ver se coloco 4 estrelas em vez de 4.5.
eu gostei do filme ^-^
mas realmente tinha gostado mais se fosse falado em japones.. assim ficou meio estranho.. o.O
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